Estamos em pleno século XXI de evoluções extraordinárias no campo da tecnologia, mas nem tudo significa avanços sociais na dimensão precisa nas sociedades, em especial no Brasil, sempre alvo do pensamento escravagista a não aceitar nossa soberania e impor retrocessos. Nossa gente vive pressionada a não poder crescer por essa cultura.
Esta é a síntese que me faz atraído pela dor com a morte da extraordinária atriz Eva Wilma mas, sobretudo, pela sua importância cidadã ao ter na vida a coerência de querer dignidade para todos e não só aos eternos exploradores de nossa cidadania.
Eva Wilma era uma das artistas top, nível internacional, que nunca deixou de criticar a indução das novas gerações que, recentemente, aderiram sem saber do alto risco na interrupção democrática no país em nome do combate à corrupção, que ajudaram a ampliar na atual fase presente.
Ela esteve nos momentos mais difíceis defendendo a liberdade de expressão e o fim à censura quando vivíamos na escuridão anterior.
Pois bem, lá se vai uma personagem extraordinária que soube exercer seu direito de ir e vir sem se subjugar aos patrões da emissora que ela ajudou a construir e ser a força da imposição.