No dia da decisão inadiável da ANVISA para aprovar a esperada vacina Sputnik e às vésperas da eleição e instalação da CPI da COVID, chama a atenção da sociedade o fato dos 4 primeiros meses de 2021 (janeiro a abril) estarmos registrando mais de 190 mil brasileiros mortos, equivalente a todo o ano de 2020 (janeiro a dezembro), provando o quanto de errado há continuadamente nas ações sem coordenação nacional do Ministério da Saúde ampliando os índices de mortalidade enquanto a Vacina demora.
Sem uma articulação nacional bem resolvida entre Governo Federal, Estados e Municípios, resultado já faltam vacinas para complementar a segunda dose e em muitos municípios a desorganização total deixa em vulnerabilidade cidadãos e cidadãs por este país afora correndo risco de vida por falta de planejamento.
Impressiona como em muitos lugares no país comumente envolvendo gente jovem aglomerada em festas clandestinas se efetiva em meio ao crescimento estrondoso de mortes pela Covid em meio a uma série de desorganização produzida pela falta de sintonia e coordenação única nas Políticas Públicas entre o Governo Federal e Estados/Municípios agravando ainda mais diante da possível terceira onda.
Mesmo que o Governo Federal celebre em propaganda enganosa a responsabilidade de êxito nas políticas de imunização, na verdade estamos diante de um contexto no qual se não fosse os governos estaduais – ressalte-se o papel do Consórcio Nordeste e do João Doria -, estaríamos vivendo uma tragédia muito maior do que vivemos.
JOÃO AZEVÊDO COM 2ª VACINA
No fim de semana eis que o governador João Azevêdo se credencia como primeiro chefe de executivo imunizado ao receber a segunda vacina Coronavac. Agora, a luta dele e dos governadores do Nordeste é pela aquisição de 39 milhões de vacinas da Sputnik, José sob exame da ANVISA.
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“Onde houver trevas que eu leve a luz…”
