Brechós se multiplicam como negócio sem sair de casa durante a pandemia

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Com o advento da pandemia do novo coronavírus, a perda na economia no mundo teve um catastrófico impacto, subdividido em todos os setores, da indústria ao comércio, aos serviços e tudo o mais.

Com as limitações impostas e protocolos em prática, o jeito encontrado por muitos trabalhadores no mundo foi apelar para a criatividade, reinvenção e inovação. Assim, vem se mantendo a nova economia.

Uma das curiosidades foi o comércio de roupas usadas com a abertura de brechós em diversos bairros da cidade.
Em João Pessoa, a bibliotecária e historiadora, Marilene Galdino, resolveu abrir as portas da sua própria casa e instalar uma dessas atrativas lojas de usados. Colocou placa de Brechó e Crocheteria. Detalhe: na rua onde fica seu endereço, a Vicenzia Lianza, bairro do Rangel, existem pelo menos mais dois brechós, concerto de roupas e outras especialidades do mesmo ramo.

A mercadoria vem de doações, trocas, pessoas que resolvem repaginar o guarda-roupas, e a loja realiza os reparos necessários para manter as peças com a aparência de que nunca foi usada. Melhor ainda, os preços são na maioria baratíssimos, e a negociação na hora da compra, faz todo o sentido. Promoções, parcelamento de preços e muito mais.

Em tempos de pandemia, que obriga a maioria ficar em casa, colocar um brechó é sem dúvida uma boa saída, e ainda com a vantagem, de ser seu próprio patrão.

Serviço
Instagram: @maribrecho.ecrocheteria
Curadoria de @marigaldinos

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