O que parecia cenário distante e típico de guerra aconteceu: o ministro interino da saúde anunciou 9 militares para o comando das articulações do COVID-19 em lugar de infectologistas e técnicos antigos da Casa, etc, gerando muita suspeita sobre a militarização de um setor civil com este.
Exceto, se os indicados sejam experts em saúde, do contrário há algo esquisito e preocupante nesta militarização da saúde.
Dois contextos se evidenciam neste episódio: o presidente chama e os militares tomam gosto do poder e, sem amparo qualificado, os militares entraram num comprometimento perigoso.
O fato é que Bolsonaro agoniza e tenta contrapor os perigos de impeachment militarizando o governo.
Esta não é a melhor opção.
