Marcas internacionais como Timberland, Vans e Kipling suspenderam a compra de couro brasileiro. A decisão das marcas é uma reação à devastação da Amazônia promovida pelo agronegócio brasileiro.
Não se sabe ainda o prejuízo que a decisão acarretará nos negócios do setor, mas a repercussão da decisão de grifes globais representa mais um duro golpe no governo Bolsonaro.
“Recentemente, recebemos com muita preocupação o comunicado de suspensão de compras de couros a partir do Brasil de alguns dos principais importadores mundiais. Este cancelamento foi justificado em função de notícias relacionando queimadas na região amazônica ao agronegócio do país”, disse o presidente da CICB, José Fernando Bello, no documento enviado pela entidade ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
O ex-candidato a presidente Fernando Haddad criticou a postura do governo nas suas redes sociais:
Recebo notícia de marcas que suspenderam a compra de couro brasileiro em função dos desatinos bolsonaristas:
Timberland, Dickies, Kipling, Vans, Kodiak, Terra, Walls, Workrite, Eagle Creek, Eastpack,The North Face, Napapijri, Bulwark, Altra, Icebreaker, Smartwoll e Horace Small.— Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) August 28, 2019
Salles internado
Ricardo Salles, está internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília. Ainda não há informações sobre o motivo da internação. Ele deu entrada na unidade hospitalar por volta das 23h30 desta terça-feira (27).
O boletim médico divulgado pelo Ministério da Defesa apontou que o ministro deu entrada na Unidade de Emergência do hospital “com quadro de mal estar”, mas sem sintomas.
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Portal WSCOM
Escrito por: Edney Oliveira

