Carlos Fernando defende Lava Jato, mas admite que maioria ficou com Bolsonaro contra Haddad

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O procurador geral da República aposentado, Carlos Fernando, revelou no programa “Painel” , na Globonews, defendeu a legalidade dos atos da Lava Jato conduzida pelo ex-juiz Sérgio Moro sob argumento de que a justiça brasileira atua de forma inquisitorial, mesmo com a revelação de conluio entre Moro e MPF, mas admitiu que boa parte dos lavajistas votou em Bolsonaro para impedir a vitória de Fernando Haddad.
Ele declarou abertamente: “este candidato Haddad) queria acabar com a Lava Jato”, disse sem apresentar provas.

Carlos Fernando considerou que a opção por Bolsonaro era a alternativa que restava, mas na atualidade está constatando que o presidente ao invés de fortalecer as instituições de combate à investigação vem criando dificuldades para inviabilizar.

Ele admitiu ainda que Moro tenha mantido relações próximas com todos os membros da Lava Jato durante os processos, entre eles os do ex-presidente Lula e, segundo ele, faz parte de uma cultura inquisitória longe do que predomina nos Estados Unidos.

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