Superintendente da Polícia Civil diz que caso Diogo foi homicídio qualificado

O superintendente da Polícia Civil, Marcos Paulo Vilela, afirmou que continua tratando o caso Diogo como homicídio qualificado. A entrevista do delegado foi dada à imprensa nesta terça-feira (24), no interrogatório de Rodolpho Carlos, acusado de atropelar e matar o agente de trânsito Diogo Nascimento. O acusado se apresentou na Central de Polícia, na manhã desta terça-feira (24), e prestou depoimento na Delegacia de Crimes Contra a Pessoa.

“Não foi acidente, foi sim um crime doloso”, disse Vilela.

Entenda

O agente do Detran trabalhava em uma blitz da Lei Seca, quando deu ordem de parada, porém Rodolpho não apenas desobedeceu mas avançou com o carro em direção ao agente que foi atropelado e socorrido para o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, mas veio a ter a morte cerebral confirmada no domingo (22). Rodolpho fugiu do local, mas teve a prisão preventiva expedida ainda no sábado pela juíza Andrea Arcoverde, entretanto, na madrugada do domingo, o desembargador Joás de Brito emitiu um habeas corpus que impediu sua prisão.

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