MPPB discute concessão ou não do uso das tornozeleiras eletrônicas

Imagem Substituída

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) é quem vai acompanhar e se manifestar quanto à concessão ou não do monitoramento eletrônico em presos provisórios e condenados no estado da Paraíba. Nesta fase inicial do projeto de monitoramento eletrônico, o governo do estado está disponibilizando 242 tornozeleiras eletrônicas, cedidas por empresas privadas consolidadas no mercado nacional, já previamente contratadas pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap).

A competência do MPPB na regulamentação do uso das tornozeleiras está prevista num termo de cooperação assinado entre o procurador-geral de Justiça, Bertrand de Araújo Asfora, e o secretário estadual da Administração Penitenciária, Wagner Paiva de Gusmão Dorta. Esse termo de cooperação celebrado também tem a participação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e da Polícia Militar da Paraíba (PM-PB). As 242 tornozeleiras eletrônicas serão monitoradas pelo Centro de Operações Penitenciárias (Copen) da Seap.

Na manhã da quarta-feira (4), representando o procurador-geral Bertrand Asfora, o secretário-geral do MPPB, João Arlindo Corrêa Neto, participou de uma reunião no Tribunal de Justiça da Paraíba para tratar de assuntos relacionados à regularização da implementação das tornozeleiras eletrônicas, quando foi assinado o termo de cooperação. Participaram do encontro representantes da Polícia Militar, do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Tribunal de Justiça da Paraíba.

O novo sistema de monitoramento eletrônico, segundo o Tribunal de Justiça, irá auxiliar na execução do projeto ‘Audiências de Custódia’ no estado da Paraíba.

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso
Acessar o conteúdo