Avanço no IDH reduz risco de desastres climáticos no Nordeste, revela estudo

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 O avanço do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) em áreas do Nordeste do Brasil diminuiu o risco de tragédias provocadas por mudanças climáticas previstas para a região até o final deste século, de acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A pesquisa cruza informações de densidade demográfica do History Database of the Global Enviromental (Hyde), projeções climáticas até o ano de 2100 do quinto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) e dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

A associação entre os dados deu origem ao Índice de Vulnerabilidade Socioclimática (IVSC), que indica áreas onde as populações estão mais suscetíveis a desastres, tendo em vista as alterações no clima previstas até o final deste século. O infográfico mostra a variação entre os dados da primeira versão do estudo, publicada em 2012, e da atualizada, concluída no fim de 2013 – em fase preliminar de análise. A escala é composta de cores contínuas, do azul ao vermelho. Não há unidades estabelecidas, mas uma base de comparação relativa de uma região com a outra.

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