Reconstituição de morte do caso Joaquim tem tumulto e contradições

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O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pela investigação da morte do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, disse que foram detectadas várias contradições por parte do padrasto durante a reconstituição do crime na tarde desta sexta-feira (22) em Ribeirão Preto (SP). Segundo ele, Guilherme Longo, principal suspeito do crime, se contradisse em vários pontos ao ser confrontado com as versões apresentadas até agora.

Castro considerou bastante satisfatória a reconstituição para ajudar a elucidar o caso. “Foi melhor do que eu esperava”, disse o delegado. Ele agora vai fazer novas diligências e juntar com os laudos que ainda serão expedidos sobre os exames feitos em tecidos retirados do corpo do menino.

Tumulto
A reconstituição do caso, que durou duas horas, foi bastante tumultuada e marcada por protestos e tentativas de agressão a Guilherme Longo, principal suspeito pelo desaparecimento da criança. Houve tumulto em várias ocasiões.

Com um colete preto à prova de balas, Guilherme foi recebido no Jardim Independência, onde residia, aos gritos de “assassino” e pedidos de justiça. Antes disso, já havia enfrentado protesto ao deixar a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) rumo à residência.

Suspeita
O menino desapareceu de seu quarto na madrugada do dia 5 e cinco dias depois o corpo apareceu no Rio Pardo, em Barretos (SP). A polícia já sabe que ele foi jogado na água já sem vida e trabalha com a hipótese de que tenha morrido vítima de uma dose excessiva de insulina.
 

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