O ator e diretor paraibano, Fernando Teixeira, foi o entrevistado dessa tarde, do projeto Lives de Cinema, com apresentação de Lúcio Vilar, Produtor Executivo do Fest Aruanda. Com 78 anos de idade, Fernando Teixeira já participou de 61 filmes, mais de 45 montagens para teatro, produziu shows de música, foi diretor do Teatro Lima Penante, e não para por aí. Foi convidado e tem já agendada a gravação de quatro filmes. Além disso, Fernando Teixeira participou também de telenovelas nacionais, da TV Globo, e seriados, e tem sido um batalhador das causas defensoras das artes e da cultura.
Durante a entrevista Fernando Teixeira falou de sua rica experiência no teatro e no cinema, mencionou grandes nomes como Walter Solha, Zezita Matos, Edinaldo do Egypto, Jurandyr Moura, João Costa, Camilo Cavalcanti, e outros, com quem trabalhou.

Fernando Teixeira está nas páginas da recente Edição da Revista Nordeste, sobre a vida e obra do paraibano, Maestro José Siqueira, onde concedeu depoimento falando sobre o seu tio e as lembranças de uma de suas visitas de volta à Paraíba para fazer pesquisa. Também elogiou o trabalho do Publisher Walter Santos, com registro da maravilhosa edição, enfocando o grande e importante nome José Siqueira, fundador da Orquestra Sinfônica do Brasil, e também regente da Orquestra Sinfônica da Rússia, durante o exílio na ditadura, entre outras participações e atuação Europa.
Sobre o período da ditadura militar no Brasil, e os atuais acontecimentos que ameaçam põe em risco a liberdade de expressão, Fernando Teixeira disse que a saída é continuar fazendo, trabalhar e não dá mais importância a isto, do que o fazer arte. Ainda, que hoje, após 60 anos de profissão, assumiu a realidade de ser artista, “Eu sou um artista, nasci pra isso”, o que antes não costumava afirmar.
