A programação do canal do Esporte Interativo hoje distribuída na banda C do satélite, de forma aberta, também será interrompida, assim como o Esporte Interativo BR, transmitido em canais de TV aberta em Cuiabá, interior de São Paulo, Maranhão e Espírito Santo. As mudanças, contudo, não significam o fim da marca Esporte Interativo, que será mantida e ampliada nas plataformas digitais e no EI Plus, plataforma OTT do canal, bem como nas transmissões nos outros canais.
A programação do canal do Esporte Interativo hoje distribuída na banda C do satélite, de forma aberta, também será interrompida, assim como o Esporte Interativo BR, transmitido em canais de TV aberta em Cuiabá, interior de São Paulo, Maranhão e Espírito Santo. As mudanças, contudo, não significam o fim da marca Esporte Interativo, que será mantida e ampliada nas plataformas digitais e no EI Plus, plataforma OTT do canal, bem como nas transmissões nos outros canais.
Com cerca de 300 colaboradores, o quadro será drasticamente reduzido para 120 pessoas, sendo que alguns profissionais podem ser aproveitados em outros canais da Turner. Os canais lineares do EI passam a transmitir sua programação em looping (reprises) e ficarão assim por 30 dias até saírem do ar definitivamente.
A Turner é sócia do Esporte Interativo desde 2013, quando adquiriu 20%, em um investimento estimado na época em R$ 80 milhões, e assumiu definitivamente o controle em 2015, numa operação estimada, na ocasião, em cerca de US$ 150 milhões, ou R$ 400 milhões.
“Infelizmente, o mercado brasileiro de TV por assinatura tem perdido base nos últimos três anos e os sinais de recuperação ainda são tímidos. Some-se a isso o elevado custo dos direitos esportivos, a forte retração no mercado publicitário e o custo de manter dois canais no ar”, disse Antônio Barreto, gerente geral da Turner para o Brasil, ao Tela Viva. “Avaliamos que esse era o melhor momento de fazer a mudança, reduzir os custos e a adotar uma nova abordagem na exibição dos eventos.”
Tanto a Champions League quanto o Brasileiro terão um alcance até maior, uma vez que a base de distribuição do TNT (14 milhões de assinantes) e do Space (12 milhões) é bem maior do que a dos canais Esporte Interativo, que estão nos pacotes mais caros das TVs por assinatura brasileiras.
Terra
