Dessa vez, não teve entrada no gramado da Arena, mas sobrou emoção para Carol Portaluppi. Após o duelo entre Grêmio e Barcelona-EQU, no qual culminou com a classificação para a decisão da Libertadores, esperou o pai na passagem do túnel – diferente do ano passado, quando foi ao campo e acabou gerando até punição ao clube no STJD – e o recepcionou com um abraço forte.
Conforme ela mesmo disse, estava “nervosa e feliz”. E prometeu viajar até para a Argentina acompanhar a decisão, já que a final será disputada em La Fortaleza, em 29 de novembro.
– Estou muito nervosa e feliz, nem estou acreditando – disse, para logo completar. – Lógico (que vai viajar), estamos aí.
Renato concedeu entrevista coletiva ao lado de Carol, no início da madrugada, como já ocorreu no ano passado, na campanha na conquista da Copa do Brasil. E disse que a filha costuma ser “pé quente” em jogos do Grêmio.
– Ela (Carol) tá aqui, é pé quente. Estamos na final. Agora é procurar curtir essa classificação sofrida, porque meu cansaço é mental. A malinha quando aparece dá um trabalho. Mas tudo vale à pena – destacou Renato.
Em 2016, Carol foi figura frequente na Arena durante os jogos em mata-mata da Copa do Brasil. Na semifinal contra o Cruzeiro, Renato chamou a filha, que esperava no túnel, para acompanhar os últimos minutos da partida no banco de reservas.
Só que este ato rendeu punição no STJD. Primeiro, com a perda de um mando de campo, o que prejudicaria o Grêmio na decisão, algo revertido pelo departamento jurídico gremista. Após o recurso, uma multa dada. Ela voltou a entrar em campo na final contra o Atlético-MG, o que gerou outro julgamento ao clube com a mesma pena.
