A euforia com a seleção brasileira depois da chegada de Tite, com três vitórias com bom futebol em três jogos, é a chance da CBF aumentar o já seu alto faturamento.
Prova disso aconteceu nos dois confrontos que o time fez como mandante com o comando do novo treinador, que fez o time subir da sexta posição, fora da zona de classificação para o Mundial de 2018, para o segundo posto, com a chance de tomar a liderança na próxima terça-feira, quando visita a frágil Venezuela enquanto o Uruguai, hoje o primeiro colocado com apenas um ponto a mais, joga contra a forte Colômbia fora de casa.
Contra a Colômbia, em Manaus, e Bolívia, em Natal, os dois jogos do time nacional como mandante sob o comando de Tite, o preço médio dos ingressos disparou em relação aos outros três confrontos caseiros nas eliminatórias com o sisudo Dunga no banco.
Na capital amazonense, cada um dos 36.601 ingressos vendidos custou, em média, R$ 160. Em Natal, onde o Brasil goleou a Bolívia por 5 a 0 na Arena das Dunas com 30.013 pagantes, com entrada média de R$ 144. Nos dois jogos somados, a renda bruta ultrapassou os R$ 10 mihões.
Esses valores são muito acima dos praticados na era Dunga. Contra o Uruguai, no Recife, o ingresso médio foi R$ 113. Em Salvador, diante do Peru, R$ 92. Mais baixo ainda foi o preço praticado contra a Venezuela, em Fortaleza, com tíquete médio de R$ 70.
A venda de ingressos para arquibancadas e numeradas não é a única forma que a CBF fatura com jogos da seleção. Em Natal, camarotes que tratam o jogo como se fosse uma verdadeira balada, com bebidas e música alto, estava lotados, eles cobravam R$ 400 pela entrada.
