Lúcio pede “equilíbrio” à seleção brasileira para conquistar a Copa

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 Lúcio, 35 anos, está prestes a viver uma novidade na carreira – não disputar uma Copa do Mundo. O zagueiro do Palmeiras foi titular nas últimas três, campeão em 2002, capitão em 2010. Na entrevista a seguir, Lúcio fala sobre seleção, Copa do Mundo e Palmeiras.

Como é estar fora de uma Copa pela primeira vez?
A Copa do Mundo para mim… Sem dúvida vou torcer muito para meus companheiros. Com vários jogadores da seleção eu tive a oportunidade de estar junto, estive na seleção até 2011. Mas desde que cheguei ao Palmeiras meu foco maior está aqui, e tudo o que acontecer daqui para frente vai ser resultado do meu trabalho no Palmeiras.

Vai conseguir ver algum jogo em estádio, ou visitar a seleção?
É difícil dizer, porque a gente não sabe qual vai ser a programação do Palmeiras, pode ser que viaje para fazer amistosos fora do Brasil, e isso pode complicar. Depende muito dessa agenda.

Mas te dá vontade de estar lá dentro?
Já joguei três Copas do mundo, consegui títulos, consegui ser campeão do mundo. Se eu não tivesse alcançado um desempenho bom nos meus dez anos de seleção, aí sim seria frustrante agora. Mas agradeço muito o tempo que estive lá dentro, sou bem realizado, sou bem tranquilo nessa parte.

O que a seleção tem que fazer para ganhar a Copa?
Manter o equilíbrio, não levar tão a sério o favoritismo, a vantagem de jogar em casa. Até porque as outras seleções vão querer vir com tudo também. A seleção é muito qualificada, tem essa condição de ter vários jogadores, ter muita opção. Isso é o que tem que ser feito: manter a união, o equilíbrio.

Qual safra de zagueiros era melhor? A sua ou a atual?
É difícil dizer, já passou a nossa fase na seleção. Foi uma fase de vencedores. Agora vem uma nova leva, de bons jogadores, a gente espera que seja tão boa quanto a nossa.

Como avalia sua passagem pelo Palmeiras?
Dentro do Palmeiras, meu objetivo individual foi alcançado. Mas o mais importante é o coletivo, poder ganhar títulos. No ano passado me preparei muito bem para retornar ao futebol – ou aqui no Brasil ou fora. E estou feliz, valeu a pena toda a preparação, a dedicação para chegar até aqui. Acho que essa primeira etapa no Palmeiras foi muito boa. A receptividade também foi muito boa tanto do clube quanto do torcedor, isso me deixa feliz. As expectativas são as melhores, de vitórias, de títulos.

Até onde vai esse Palmeiras?
O nosso objetivo e a nossa ambição vai ser de estar entre os primeiros. É o que está nos nossos planos, é o que vamos nos esforçar para fazer. A gente vai dar muito trabalho.

Você participa do movimento Bom Senso FC?
Não, não. Como cheguei no Brasil agora, não estou muito por dentro.

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