Areia, Bananeiras e Alagoa Grande consolidam retomada do plantio e empacotamento de café e uva em escala industrial

Cidades do brejo paraibano ampliam produção de café e iniciam nova fase com vinhos

Plantação de café no Brejo paraibano em área de produção rural voltada para beneficiamento e comercialização.

Há em curso, de pouco tempo para cá, a consolidação do plantio e da industrialização do café e da uva, mesmo em caráter artesanal, em municípios como Areia, Bananeiras e Alagoa Grande. Esse movimento conta com o apoio estratégico das universidades, transformando a atividade em uma verdadeira febre e impulsionando o lançamento de novas marcas.

A empresária e produtora do café Várzea do Coaty, Maísa Duarte, por exemplo — ex-gerente de turismo do SEBRAE —, foi vista neste domingo em Taquaritinga absorvendo estratégias de marketing com produtores de café de Pernambuco.

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Dois lançamentos

Nos últimos dias, foram lançadas duas novas marcas de café em Areia — “Tá na Roça” e “Dona Nininha” —, ambas com estrutura familiar, mas já se inserindo no mercado.

“Estamos muito motivadas com essa retomada da cultura do café, pois nossos antepassados conviveram com ela por muito tempo e agora estamos retomando o plantio”, frisou Maísa.

Turmalina

O empresário e produtor rural Jurandir Miranda, reconhecido publicitário, anda muito motivado com a produção de café e anuncia o plantio de uvas Malbec em breve, visando à comercialização do café e dos vinhos Turmalina, após consolidar sua marca de cachaça.

“Vamos partir agora para o plantio de uvas e o beneficiamento industrial de vinhos em nossa propriedade”, confirmou.

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