Construção civil: Paraíba tem a 3ª menor alta do país em janeiro, mas acumulado de 12 meses o 4º maior

Valor do metro quadrado chegou a R$ 1.867,00 em janeiro; apesar da estabilidade nos materiais, alta na mão de obra e acumulado de 12 meses preocupam o setor.

(Foto: Reprodução)

O custo médio da construção civil na Paraíba registrou um crescimento de 1,2% em janeiro deste ano, em relação a dezembro de 2025. A variação estadual foi a 3ª menor do país, sendo superior apenas às registradas no Acre (1,1%) e Pará (1,14%).

Siga o canal do WSCOM no Whatsapp.

Os dados são do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (10). O levantamento apontou que a variação mensal paraibana também ficou abaixo da média nacional (1,54%) e regional (1,85%).

Com a variação, o custo médio do metro quadrado paraibano passou de R$ 1.844,82, em dezembro, para R$ 1.867,00, em janeiro. Apesar da variação mensal do indicador paraibano ter sido a menor do Nordeste, o valor do custo médio ficou acima da média regional (R$ 1.789,39) e do registrado em todos os estados da região, sendo seguido pelo Maranhão (R$ 1.858,40) e pelo Piauí (R$ 1.840,22). Por outro lado, permaneceu abaixo da média nacional (R$ 1.920,74).

A pesquisa mostra que a variação de 1,2% foi influenciada pelo componente de mão de obra, que, apesar do menor peso, passou de R$ 747,87 para R$ 774,61, uma variação de 3,58% em relação ao mês anterior. Já o custo do material apresentou uma ligeira queda, passando de R$ 1.096,95 em dezembro para R$ 1.092,39 em janeiro de 2026, uma redução de 0,42%. Apesar da queda, este é o 16º mês consecutivo em que o custo do material na Paraíba é maior que a média nacional, que atualmente é de R$ 1.081,31.

No acumulado de 12 meses, em comparação com o período anterior, o custo médio do metro quadrado na Paraíba avançou 7,97%, registrando a 4ª maior alta do país, superior às médias regional (6,9%) e nacional (6,71%). As unidades da federação que apresentaram as maiores variações acumuladas foram Alagoas (8,14%), Acre (8,53%) e Mato Grosso (10,31%).

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso
Ir para o conteúdo