As novas regras de segurança do Pix entram em vigor a partir desta segunda-feira (2). A medida, implementada pelo Banco Central em 2025, garante o rastreamento de transferências suspeitas de forma mais eficaz.
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O aprimoramento do mecanismo de devolução do Pix é uma das principais mudanças, fazendo com que o tempo de devolução seja diminuído. Antes, o valor só poderia ser devolvido a partir da conta usada no fraude, brecha que era utilizada pelos golpistas para transferir o dinheiro para outra conta.
Agora, as devoluções serão feitas mesmo após o dinheiro ser transferido e o sistema conseguirá rastrear o caminho do dinheiro com mais precisão.
“Essa identificação vai ser compartilhada com os participantes envolvidos nas transações e permitirá a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação”, afirmou o Banco Central no ano passado.
Somado a isso, as instituições financeiras também adotaram, desde outubro de 2025, um ambiente para autoatendimento sobre o Pix em seus aplicativos – chamado de Mecanismo Especial de Devolução (MED). A ferramenta também permite o bloqueio de contas e a recuperação dos valores.
“Esse será o canal por meio do qual o usuário deve solicitar a devolução dos valores extraídos por meio de fraude. O autoatendimento do MED dará mais agilidade e velocidade ao processo de contestação de transações fraudulentas, o que aumenta a chance de ainda haver recursos na conta do fraudador para viabilizar a devolução para a vítima”, informou o BC.