Logo após a liquidação extrajudicial do Banco Master, o Banco Central (BC) abriu uma investigação interna para acompanhar a condução do caso. A sindicância foi aberta ainda em novembro de 2025 por decreto do presidente da instituição, Gabriel Galípolo, mas a informação foi confirmada apenas nesta quinta-feira (29) pelo jornal O Globo.
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O processo ocorre de maneira sigilosa dentro do BC e tem como objetivo verificar possíveis falhas no andamento da fiscalização e também identificar os motivos que ocasionaram a demora da área técnica para detectar o aumento das operações de risco do Master.
Com o início da auditoria, a chefe do Departamento de Supervisão Bancária (Desup), Belline Santana, e o chefe-adjunto, Paulo Sérgio Neves de Souza, foram afastados de seus cargos. Até então, nenhum dos dois possui acusações.
Após o afastamento, tanto Paulo quanto Belline pediram para deixar seus cargos – ele no dia 19 de janeiro e ela nesta quarta-feira (29).