A posição geográfica da Paraíba coloca o estado no centro das atenções do comércio exterior em 2026. Com mercados globais cada vez mais dependentes de agilidade, o fortalecimento dos corredores logísticos no Nordeste torna-se fundamental para que a produção local ganhe competitividade, impulsionando a economia regional e a criação de postos de trabalho.
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Nesse contexto, a Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste (Fetranslog/NE) destaca o papel da logística como fator determinante para a competitividade global.
“O comércio exterior depende de uma logística eficiente e integrada. É o transporte de cargas que garante o escoamento da produção até portos, aeroportos e fronteiras, assegurando competitividade, regularidade e segurança nas operações”, afirma Arlan Rodrigues, presidente da Fetranslog/NE.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex|MDIC) indicam que o Brasil movimentou, em 2025, mais de US$ 349 bilhões em exportações, superando o recorde histórico e reforçando a relevância do comércio exterior para a economia nacional.
“Quando a logística funciona bem, toda a cadeia produtiva e exportadora é beneficiada. Investimentos em infraestrutura, modernização e segurança jurídica são fundamentais para reduzir custos e ampliar a presença do Brasil no mercado global”, destaca Arlan.
Desafios e perspectivas do setor
Apesar dos avanços, o setor ainda enfrenta desafios estruturais, como gargalos logísticos, necessidade de modernização da malha viária e maior integração entre modais.
Para a Fetranslog/NE, o Dia do Comércio Exterior, comemorado em 28 de janeiro, é também um momento de reflexão sobre políticas públicas capazes de fortalecer a logística como eixo estratégico do desenvolvimento econômico e da competitividade internacional.