Retomada do varejo: vendas na Paraíba sobem 0,7% em novembro e rompem ciclo de queda

Com crescimento de 5,3% no acumulado de 12 meses, varejo paraibano garante a segunda maior alta do país no setor.

Comércio no centro de João Pessoa

Após dois meses de recuo consecutivo, em setembro (-1,1%) e outubro (-0,5%), o setor varejista paraibano registrou uma alta de 0,7% em novembro de 2025. No entanto, a alta foi inferior à média nacional de 1%, ocupando a posição de nona menor alta do país. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (15).

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Por outro lado, no acumulado dos últimos 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, a pesquisa aponta que, entre todas as unidades da federação, a Paraíba apresentou o segundo melhor resultado, com um crescimento de 5,3%, superado apenas pelo observado no comércio varejista do estado do Amapá (6,9%). Na média nacional, a variação foi bem menor (1,5%), mas igualmente positiva.

Já a variação acumulada no ano do volume de vendas do varejo paraibano, em relação ao mesmo período de 2024, chegou a 5%, bem acima da constatada no cenário nacional, que foi de 1,5%, além de ter sido a terceira mais elevada do Brasil, tendo à frente apenas as altas observadas nos estados de Santa Catarina (5,7%) e do Amapá (7,8%).

Na comparação com o resultado de novembro de 2024, o volume de vendas do varejo estadual apresentou, em novembro de 2025, o oitavo maior avanço do país (4,3%), enquanto a média do país foi bem menor (1,3%). Nesse mesmo comparativo, os melhores resultados foram registrados em Rondônia, com 13,4%, e nos estados do Rio Grande do Norte e do Amapá, ambos com 8,2%.

Quanto à receita nominal de vendas do setor paraibano, em novembro de 2025 houve avanços em todos os comparativos, sendo de 1,6% frente a outubro; de 5,9% face a novembro de 2024; de 8,1% no acumulado do ano (sétimo maior do país); e de 8,5% no acumulado dos últimos 12 meses (sexto maior entre todas as unidades da federação).

Varejo ampliado

Em novembro de 2025, no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e as de atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo, todos os indicadores estaduais ficaram no campo positivo.

Frente a outubro, houve avanço tanto no volume de vendas (1,4%) como na receita nominal de vendas (1,4%), ambos superiores às médias nacionais, que foram de 0,7% e 0,9%, respectivamente.

Em relação a novembro de 2024, as altas foram de 2,1%, no volume, e de 4%, na receita, resultados esses bem melhores que os observados no cenário brasileiro, onde houve variação negativa no volume de vendas (-0,3%) e avanço de 1,8% na receita nominal.

Já no acumulado deste ano, de janeiro até novembro, em relação ao mesmo período de 2024, foram registrados aumentos de 4,7%, no volume, e de 8%, na receita, ambos os índices ficando igualmente acima das médias brasileiras, que foram, respectivamente, de -0,3% e 3,9%.

Por sua vez, as variações acumuladas nos últimos 12 meses, em relação ao mesmo período do ano anterior, foram de 5,2% e 8,6%, no estado, enquanto na média nacional foram constatados resultados bem inferiores, de -0,2% e 4,1%, respectivamente.

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