Servidores do estado podem ter aumento de imposto na reforma da Previdência

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Pode estar a caminho um imposto maior para os empresários. O governo de Michel Temer avalia aumentar de 11% para 14% a contribuição de servidores públicos na reforma da Previdência que deverá ser encaminhada pelo Planalto ao Congresso Nacional no fim do mês.

A mudança é defendida pela área técnica do governo federal como uma forma de reduzir o deficit no setor público. Mas nesta quinta-feira 6, acabou sendo reforçada por governadores do Sudeste e do Sul, que se reuniram com Temer para pedir apoio à proposta.

Leia mais na reportagem da Reuters

Governadores propõem aumentar contribuição previdenciária de servidores para 14%

Com dificuldade para sustentar o déficit das Previdências estaduais, um grupo de governadores trabalha para aumentar a contribuição dos servidores estaduais para 14 por cento e tentar diminuir o déficit, informou nesta quinta-feira o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), depois de uma reunião com o presidente Michel Temer.

Atualmente, a maior parte dos Estados usa como limite de contribuição o mesmo valor da União, de 11 por cento do salário bruto. Segundo Colombo, Santa Catarina já elevou esse limite para 14 por cento, o que teria ajudado a aliviar as contas.

“Nossa ideia é unificar as propostas, de forma articulada, todos os Estados fazendo ao mesmo tempo”, explicou o governador. “A gente quer um movimento de governadores de apoio à reforma. O detalhamento vamos começar a detalhar. A ideia é fazer uma coisa conjunta, entrar no mesmo dia em todos os Estados com um aumento de alíquota.”

De acordo com Colombo, o Supremo Tribunal Federal (STF) considera uma alíquota acima disso “confiscatório”, mas os Estados poderiam trabalhar com esse limite, o que já ajudaria a aliviar as contas.

Essa é uma das propostas que têm consenso no grupo de oito governadores que veio a Brasília propor a Temer o pacto pela reforma.

Estiveram no Planalto, além de Colombo, os governadores do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB); Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB); de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT); do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB); de Alagoas, Renan Filho (PMDB); e do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Na próxima semana, os 27 governadores se reunirão em Brasília para discutir uma proposta conjunta de reforma das Previdências estaduais.

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