Israel afirma que Ali Khamenei foi morto; Irã nega e diz que líder está “são e salvo”

O governo de Israel confirmou que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, teria sido morto durante os ataques realizados no sábado (28). A informação foi atribuída a duas fontes israelenses familiarizadas com o assunto.

Segundo uma das fontes, Israel obteve uma foto do corpo do aiatolá. A outra afirmou que um anúncio oficial está em preparação. No início da noite, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que há “muitos sinais” de que Khamenei “não está mais entre nós”.

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Em contrapartida, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que o presidente e o líder supremo do país estão “sãos e salvos”. Desde o início dos bombardeios, no entanto, Khamenei não foi visto em público nem em vídeos oficiais, o que ampliou as especulações.

Ofensiva ampliada

A escalada militar ganhou novos contornos após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar o início de “grandes operações de combate” contra o Irã. Em vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusou Teerã de rejeitar “todas as oportunidades” de abandonar suas ambições nucleares e afirmou que os EUA “não aguentam mais”, prometendo aniquilar as forças armadas iranianas e destruir o programa nuclear do país.

Diferentemente da ofensiva anterior, ocorrida em junho de 2025 — que terminou em poucas horas —, os ataques iniciados neste sábado ocorreram à luz do dia, na madrugada local, enquanto milhões de iranianos se dirigiam ao trabalho e à escola. Fontes ouvidas pela CNN Internacional indicam que, desta vez, as forças armadas norte-americanas planejam manter as operações por vários dias.

A emissora já havia noticiado anteriormente que Khamenei estava entre os alvos prioritários da primeira onda de bombardeios, ao lado de outros líderes do alto escalão iraniano.

Retaliação regional

Em resposta à ofensiva, o regime iraniano lançou uma onda de ataques considerada sem precedentes no Oriente Médio. Explosões foram registradas em países que abrigam bases militares americanas, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

O cenário permanece marcado por informações desencontradas sobre o destino do líder supremo iraniano, enquanto a comunidade internacional acompanha com apreensão a possibilidade de uma ampliação do conflito na região.

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