Alegria, fantasia e tradição carnavalesca vão tomar conta da Praça do Altiplano neste sábado (21), a partir das 16h, com a realização do Cafuçuzin, bloco infantil inspirado no espírito irreverente do Bloco Cafuçu. O evento, voltado para crianças e famílias, promete transformar o espaço em um verdadeiro mar de cores e sorrisos.
Inicialmente marcado para o dia 6, o encontro precisou ser adiado por causa das fortes chuvas que atingiram a cidade no período pré-carnavalesco. Agora, em nova data, o Cafuçuzin retorna com a proposta de resgatar a ludicidade do Carnaval de rua, apostando em ritmos tradicionais como o frevo e em músicas infantis adaptadas ao repertório carnavalesco.
Com apoio da ADUFPB e da Funjope, a praça será palco de uma programação pensada para estimular a imaginação e a liberdade criativa das crianças, em um ambiente seguro e acolhedor. A partir do fim da tarde, tambores e metais anunciam o início da folia, reunindo pequenos foliões fantasiados e suas famílias.
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A criação do Cafuçuzin soma-se a outras iniciativas de Carnaval infantil já consolidadas na capital paraibana, como a Agitada Gang, Cumadre Fluorzinha e o tradicional Muriçoquinhas do Miramar. A proposta, segundo a organização, é fortalecer o circuito de festas voltadas à infância, preservando a identidade cultural local.
O Cafuçuzin também carrega um forte componente afetivo. A escolha da Praça do Altiplano está ligada à história de fundadores do Cafuçu que viveram ou ainda vivem no bairro, entre eles nomes como Adalice (in memoriam), Kennedy Costa, Henrique Magalhães, Márcio e Márcia Bezerra, Torquato Joel, Buda, Bertrand Lira e Marcelina Moraes, produtora executiva da Amora Produções há 18 anos.
Além do valor simbólico, o local foi escolhido pela tranquilidade e pela infraestrutura. A praça dispõe de amplo espaço, estacionamento, duas quadras, equipamentos de lazer e áreas arborizadas, garantindo conforto para crianças e adultos durante a concentração e a brincadeira.
Mais do que um bloco, o Cafuçuzin se propõe a ser um encontro de gerações — unindo memórias, música e a energia lúdica que só a infância é capaz de proporcionar — e reafirmando o Carnaval de rua como espaço de convivência, afeto e celebração coletiva.