Os advogados de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que o laudo da Polícia Federal encaminhado ao Supremo Tribunal Federal nesta sexta-feira (6) “não conclui, de forma expressa, pela possibilidade de manutenção de Bolsonaro no atual local de custódia.”. Para os defensores, o laudo apenas registra a inexistência de que a internação hospitalar do ex-chefe de Estado precise ocorrer de forma imediata.
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“O quadro clínico descrito exige a observância rigorosa de medidas de medidas médicas e assistenciais específicas”, destacam os advogados de Bolsonaro. Segundo os defensores do ex-presidente, o laudo da própria PF reconhece que a eventual ausência de medidas médicas e de amparo podem resultar em “descompensação clínica súbita, com risco concreto de morte, bem como aponta risco de novas quedas, em razão das condições funcionais avaliadas”.
Para os advogados a avaliação técnica não está encerrada. Segundo o corpo de juristas, faltaria a apresentação do parecer do médico indicado como assistente técnico, que complementa a análise.