Deputados acionam Procon e Senacon por supostas fraudes na venda de ingressos da nova turnê de Harry Styles

Após quatro anos de espera, volta de Harry Styles ao Brasil é marcada por indignação de fãs e denúncias de deputados sobre venda irregular de ingressos.

(Foto: Divulgação / Instagram)

Após quatro anos de hiatus, o cantor britânico Harry Styles anunciou sua volta aos palcos com a turnê “Together, Together”. A novidade que inicialmente trouxe alegria para os fãs brasileiros, com a divulgação de duas datas em São Paulo, também marcou uma série de reclamações daqueles que tentaram comprar ingressos.

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De acordo com as denúncias feitas majoritariamente nas redes sociais, os cambistas estariam sendo privilegiados pela bilheteria – no Brasil, representada pela plataforma TicketMaster. O barulho dos fãs chegou até os deputados Guilherme Cortez e Erika Hilton, que apontaram supostas irregularidades nas vendas.

Hilton comunicou que acionou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon SP), pedindo uma investigação sobre o caso. A deputada

“Como as primeiras pessoas das filas, tanto a geral quanto a PCD, não conseguiram comprar ingressos, mas os cambistas já tinham ingressos em mãos? Houve venda prévia aos cambistas? Para os cambistas, não havia limites de vendas de ingressos? Os cambistas faziam parte da campanha publicitária de venda do Banco Santander?”, escreveu a deputada em uma publicação.

“Isso tudo precisa ser esclarecido. A TicketMaster, responsável pela venda de ingressos no Brasil, já está sendo processada pelos órgãos reguladores dos Estados Unidos por práticas comerciais lesivas em parcerias com cambistas e plataformas de vendas de ingressos”, continuou.

Já Cortez reforçou a necessidade de investigação e acionou o Procon, o Ministério Público e a Secretaria de Segurança.

O portal de notícias g1 entrou em contato com a TicketMaster e a plataforma negou qualquer irregularidade nas vendas. Além disso, a empresa afirmou que “não apoia o cambismo”, negando a possibilidade de venda antecipada.

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