Embora a cobertura jornalística internacional exija melhor nível de dados para gerar / revelar pormenores acerca da invasão americana a Caracas chegando a capturar o presidente Nicolas Maduro e esposa – o fato é que a indústria armamentista dos EUA acaba de gerar nova crise internacional, agora na América Latina sem abrigo legal. Tudo isso a exigir reação imediata dos organismos internacionais – mesmo com o visivel enfraquecimento da ONU e OEA.
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Guardadas as proporções, a invasão deste 3 de janeiro sob frágil argumento de combate ao narcotráfico – condição que levou Maduro a se dispor a construir ações comuns com os EUA – bem lembra a decisão do Governo Bush em 2003 de invadir o Iraque sob falso argumento comprovado de que Saddam Housseim estava produzindo armas máquinas.
Nas duas situações, de antes e de agora, os EUA mantêm seu estilo invasor com claros interesses econômicos de se apoderar do petróleo e gerar lucro à indústria armamentista que não sobrevive sem guerras.
LULA, PUTIN E XI JIPING
Como é de se pressupor, as posições dos presidentes do Brasil, Rússia e China devem condenar a atitude americana, mesmo assim que condição diplomática será suficiente para reverter este quadro de crise na América Latina – é o que se indaga de agora em diante.
Neste intricado jogo internacional, a cena exige do maior líder sul-americano de nome Lula mais habilidade para intermediar negociações que dificilmente encontrarão abrigo na postura intransigente do presidente Trump.
O fato é que o ano de 2026 começa com a intervenção brutal dos EUA em território sul-americano já atraindo acenos no Paraguai cedendo espaços às tropas americanas.
Como é de se presumir, em nome da saberania brasileira é preciso manter a firmeza política nacional diante de provável intenção do governo Trump de querer interferir nas eleições brasileiras – algo inadmissível.
É luta!
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“O olho que existe / é o que vê”

