Ministério Público investiga salários “extremamente reduzidos” e possíveis irregularidades no edital do concurso da Prefeitura de Campina Grande

Inquérito civil foi instaurado para apurar remunerações previstas no edital e diferenças em relação aos vencimentos de servidores efetivos que exercem as mesmas funções.

Promotoria de Justiça de Conceição do Minitério Público da Paraíba (MPPB)
Foto: Divulgação/MPPB

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades no edital do concurso público realizado pela Prefeitura de Campina Grande. A apuração investiga questionamentos sobre os salários oferecidos para cargos de níveis médio e superior, além de possíveis diferenças entre os valores previstos no certame e os recebidos por servidores efetivos que desempenham as mesmas funções.

Siga o canal do WSCOM no Whatsapp 

Entre no nosso grupo e saiba tudo em primeira mão

A investigação foi  assinada pelo promotor de Justiça Elmar Thiago Pereira de Alencar, da 18ª Promotoria de Justiça de Campina Grande.

De acordo com o documento, chegaram ao conhecimento do órgão ministerial informações sobre “diversas irregularidades no Edital do concurso público realizado pelo Município de Campina Grande”. Entre os pontos levantados estão a “oferta de salários extremamente reduzidos para cargos de nível médio e superior” e a “discrepância entre os vencimentos previstos no edital e aqueles atualmente percebidos por servidores efetivos nas mesmas funções”.

Não conseguiu acompanhar tudo hoje?

Receba um resumo das principais notícias do WSCOM diretamente no seu e-mail, todos os dias às 19h.

O procedimento foi instaurado após o encerramento do prazo de tramitação de uma Notícia de Fato que já tratava das denúncias. Conforme a portaria, a medida é necessária para dar continuidade à apuração por meio de um procedimento próprio.

Investigação deve reunir documentos e depoimentos

Com a abertura do inquérito civil, o Ministério Público deve reunir elementos para avaliar as possíveis irregularidades apontadas. A portaria prevê a coleta de informações e a realização de diligências que possam esclarecer os fatos.

O documento estabelece que a investigação poderá envolver “depoimentos, certidões, perícias e demais diligências” para subsidiar a atuação do órgão ministerial.

A partir dos resultados, o Ministério Público poderá adotar as medidas judiciais cabíveis ou determinar o arquivamento do procedimento, caso não sejam identificados elementos que justifiquem outras providências.

 

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de Privacidade – Termos de Uso