Seleção Brasileira deve repetir escalação pela primeira vez contra o Japão

Treinador Carlo Ancelotti deve repetir a formação utilizada na vitória contra a Escócia para superar o sistema defensivo adversário

Matheus Cunha comemora gol da Seleção Brasileira contra o Haiti na Copa do Mundo de 2026

A preparação da Seleção Brasileira para o cruzamento eliminatório contra o Japão entrou na fase final em Morristown, nos Estados Unidos. O penúltimo ensaio em campo sinalizou que a prioridade do corpo técnico é dar continuidade ao padrão de jogo recente, projetando o enfrentamento contra um adversário conhecido pela disciplina defensiva e velocidade nas alas.

No departamento médico, a situação está controlada. Raphinha continua em transição física para tratar uma lesão na coxa direita e desfalca o grupo. Em contrapartida, Neymar participou integralmente dos trabalhos táticos após se recuperar de dores na panturrilha e será relacionado como opção no banco de reservas, mesma condição atribuída ao jovem Endrick.

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Se a escalação for ratificada no último treino em solo texano, o goleiro Alisson terá à sua frente a linha defensiva composta por Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos. O setor de contenção e armação terá o trio Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá, enquanto a frente de ataque será formada por Rayan, Matheus Cunha e Vini Jr.

O cenário marca uma situação inédita para Carlo Ancelotti no comando da equipe, já que o treinador ainda não havia repetido uma formação inicial de uma partida para outra desde que assumiu o cargo.

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Os primeiros minutos da atividade em campo apontaram uma preocupação central: o posicionamento diante de defesas compactas. A equipe realizou dinâmicas de passes curtos e aproximação para abrir espaços na marcação.

O diagnóstico da comissão técnica é de que o Japão jogará recuado, oferecendo o controle da bola ao Brasil para tentar roubadas no meio-campo e saídas rápidas. Para neutralizar esse perigo, os laterais terão papel mais defensivo na cobertura, e Casemiro atuará como o principal elemento de sustentação central para impedir os contragolpes.

A viagem para Houston ocorreu no fim do dia e o grupo faz o último reconhecimento e ajuste de posicionamento neste domingo (28).

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