As três principais pré-candidaturas ao Governo na Paraíba (Cícero, Efraim e Lucas – por onde alfabética) em 2026 contam com crises nas bases de suas pré-candidaturas ao Senado, a partir da estrutura de Governo, a maior de todas.
Simples: consta que há em curso uma crise na base governista da Paraíba envolvendo o ex-governador João Azevêdo (PSB) e o ex-prefeito Nabor Wanderley (Republicanos). Conforme dados, o atrito foi motivado pelo avanço de Nabor sobre prefeitos aliados a João, gerando “fogo amigo” na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026.
A rigor, se reparar direito, como pré candidato Nabor Wanderley cumpre apenas seu papel de buscar ampliar as condições de viabilidade eleitoral, algo também presumível em torno de João Azevêdo. Ocorre é que na prática registra-se manifestações represadas de prefeitos pelo tratamento dado pelo ex-governador, em especial alguns secretários, quando do exercício da gestão.
Nabor não enfrenta isso.
Na oposição também
O pré-candidato Efraim Filho também enfrenta problemas para ajustar e resolver, sobretudo depois que o pré-candidato ao Senado, Marcelo Queiroga, declarou que o PL não via vantagens em uma coligação oficial com o Partido Novo. Na prática significa bloquear a pré candidatura do Major Fábio.
O ex-ministro justificou que a sigla não agregaria tempo de rádio/TV, fundo partidário ou grande densidade eleitoral à chapa.
Só que as declarações causaram insatisfação. A direção do partido Novo classificou a postura do PL como um erro estratégico que menospreza o capital eleitoral de Major Fábio.
O caso Cícero/MDB
A pré candidatura à reeleição de Veneziano Vital anda muito consolidada, mas a pré candidatura de André Gadelha ao Senado enfrenta ameaças de desidratação com movimentos do prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, em querer apoiar Nabor Wanderley.
Tudo tem a ver também com o apoio do deputado federal Hugo Motta ao governo municipal da Capital em troca desse apoio.
Última
“O olho que existe/ é o que vê”

