O planeta Terra vive sob efeitos de diversos conflitos na geopolítica contemporânea a causar graves efeitos nos diversos continentes sem que haja até agora ações efetivas de organismos como a ONU, criada para mediar problemas, mas esvaziada pelo governo Trump de forma absurda.
É neste vazio de intermediação diante da insistência americana em bancar as exigências no mesmo nível de brutalidade de Israel no Oriente Médio, especialmente no Irã e Líbano, que ecoa o papel do Brasil na busca de intermediar meios de suspender e acabar com o conflito mais urgente.
A ação da China e da Rússa
A decisão do presidente Trump de insistir em querer interferir brutalmente no Estreito Ormuz só agrava a situação já sendo possível admitir que o Irã recebe apoio da Rússia com a China se movimentando na mesma direção de reforço ao exército iraniano – o que tudo isso só faz agravar a situação.
Na prática, os movimentos da China e Rússia geram perspectiva de confrontos muito além da diplomacia na geopolítica.
Ainda a crise em Cuba e Venezuela
Se a cena do Oriente Médio fosse menor como efeito global, que não é, ainda estão evidentes a grave crise em Cuba com a ação americana de impedir fluxo de petróleo na Ilha, sabendo-se ainda que está inclusa a invasão permitida pelo mundo da Venezuela com o presidente deposto sem reação diplomática à altura.
O Brasil
A diplomacia brasileira age com singularidade diante dos absurdos cometidos pelas políticas invasivas e de efeitos negativos extraordinários promovidos pelo governo Trump, que acaba de perder as eleições na Hungria e corres riscos políticos internos nos EUA.
A postura em defesa intransigente pela Paz adotada pelo Brasil em todos os conflitos globais atesta posicionamento oportuno e adequada à dura realidade contemporânea.
Última
“O olho que existe / é o que vê”