Movimento “Acorda Brasil” realiza manifestações em três capitais do Brasil e pautas de anistia e críticas ao STF

Mobilizações na Avenida Paulista, Praça da Liberdade e Farol da Barra serviram como termômetro para a pré-campanha de lideranças conservadoras.

Foto: Reprodução/Internet
Foto: Reprodução/Internet

Manifestantes se reuniram em pelo menos três capitais brasileiras — São Paulo, Belo Horizonte e Salvador — neste domingo (1) para os atos convocados pelo movimento “Acorda Brasil”. As mobilizações, marcadas pela predominância das cores verde e amarela, contaram com a participação de parlamentares e lideranças políticas alinhadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em São Paulo, a concentração ocorreu na Avenida Paulista, nas proximidades do Museu de Arte de São Paulo (MASP). O evento contou com a presença do presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, e dos deputados federais Ricardo Salles e Philippe de Orleans e Bragança. No local, manifestantes exibiram bonecos infláveis e cartazes com críticas ao governo federal e ao Judiciário.

Na cidade de Belo Horizonte, o ato foi realizado na Praça da Liberdade. O deputado federal Nikolas Ferreira discursou para os presentes e encontrou-se com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Já em Salvador, o ponto de encontro foi o Farol da Barra, de onde partiu um cortejo de carros de som pela Avenida Oceânica.

As principais reivindicações apresentadas nos carros de som e em faixas incluíram:  pedidos de anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro; Críticas à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; Questionamentos à atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Embora parte dos manifestantes tenha defendido medidas mais rígidas contra o STF, lideranças como o senador Flávio Bolsonaro têm adotado um tom voltado ao diálogo institucional. Organizadores e analistas políticos avaliam que o volume das mobilizações deste domingo funciona como um “teste de narrativa” para medir a recepção de temas conservadores junto ao eleitorado antes do período eleitoral.

A mobilização ocorre em um momento de intensificação das articulações partidárias. Os atos transcorreram sem registros de incidentes graves até o fechamento desta edição.

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