O fato é que as atenções no cenário político – partidário no Brasil se voltam para a sessão especial que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Cássio Nunes, está convocando a todos – e não só a Nobre Corte, ou seja, a sociedade brasileira como um todo, visando definir critérios absolutamente transparentes para uso dos institutos de pesquisa de Norte a Sul com objetivo claro de impedir manipulações.
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A propósito, o Blog do WS ao acompanhar com responsabilidade o tratamento do assunto eis que mergulhou em avaliações visando definir pontualmente que critérios podem ser considerados decisivos para evitar manipulação de números, como acontece na atualidade, atendendo interesses de clientes.
O estatístico e proprietário da CONSULT – empresa de pesquisas de Natal/RN – professor Paulo de Tarso se dispôs a pontuar critérios considerados basilares para constituir uma pesquisa com responsabilidade de resultados devendo se inscrever no TSE visando apresentar sugestões :
“É critério fundamental que o instituto de pesquisa esteja filiado à ABEP – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, bem como ao Conselho Regional de Estatística, pois são instituições legítimadas para definir quem tem ou não registro legal à altura da atividade”, observa.
E acrescenta:
“Se faz também fundamental que o estatístico responsável pelas pesquisas tenha vínculo empregatício com a empresa / instituto como forma de responsabilização e suas consequências de resultados”, frisa.
FATO CORRIQUEIRO
Há registro em diversos estados do Brasil que estatísticos que assinam pesquisas mas não atuam no campo efetivamente como exigido e assim servem apenas de formulação de acertos sem a devida responsabilização dos resultados permitindo a manipulação de números.
O fato, ao que parece, é que alguns Conselhos Regionais de Estatística não andam tão rigorosos quanto a ABEP exigindo atenção redobrada para impedir construção de números manipulados a serviço de outrem.
ÚLTIMA
“O olho que existe / é o que vê”
