O volume de serviços na Paraíba avançou 2,1% em abril, engatando o seu segundo mês consecutivo de alta. O indicador, revelado nesta quinta-feira (11) pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), garantiu ao estado a 7ª maior alta do país.
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O resultado superou com folga o crescimento da média nacional, que fechou em 1,2%. No topo do ranking mensal nacional figuram Alagoas (23,3%), Espírito Santo (5,2%) e Acre (3,5%).
No primeiro quadrimestre de 2026, o volume de serviços da Paraíba registrou um crescimento acumulado de 3,2%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Esse resultado alcançou a 8ª melhor posição no ranking nacional, ficando acima da média brasileira, que foi de 2,2%. Os maiores crescimentos no acumulado do ano foram observados em Distrito Federal (11%), Mato Grosso (9,2%) e Rondônia (7,1%).
Na comparação com abril de 2025, a Paraíba também se destacou, com um avanço de 5,3% no volume de serviços, taxa mais que duas vezes superior à média brasileira (1,9%) e o 4º maior crescimento entre as unidades da federação, atrás apenas de Distrito Federal (19,1%), Alagoas (11,3%) e Amapá (9,7%).
No acumulado de 12 meses, encerrados em abril, comparados aos 12 meses imediatamente anteriores, a Paraíba apresentou uma elevação de 4,7% no volume de serviços. O indicador também ficou acima da média do país (2,9%) e representou o 5º maior crescimento nacional. Os estados com maiores altas foram Distrito Federal (8,6%), Rondônia (7,7%) e Mato Grosso (7,6%).
Já a receita nominal de serviços na Paraíba apresentou desempenho positivo em todos os indicadores. Entre março e abril de 2025, a variação foi de 3,2%, enquanto a média nacional cresceu 1,5%. Na comparação com o mesmo mês de 2025, a receita nominal no estado avançou 13,8%, crescimento expressivamente superior ao verificado no país (8,1%).
No acumulado do ano (primeiro quadrimestre), a receita nominal de serviços do estado registrou alta de 10%, também acima da média nacional (7,2%). Já no acumulado dos últimos 12 meses, o indicador estadual cresceu 9,6%, frente a uma expansão de 7,5% observada no Brasil.
