O saldo do que os dois principais níveis de gestão na Paraíba apresenta – governo de Estado e PMJP diante da despedida dos líderes, governador João Azevedo e Cícero Lucena implica reconhecer que a administração estadual apresenta expressivo saldo, sem dúvidas, mas proporcionalmente o prefeito da Capital sai com referencial a merecer reconhecimento, além John People.
Vamos combinar: a estrutura do Governo é maior e repercute efetivamente na pré-campanha de Lucas Ribeiro, mesmo assim o recall e a expansão de estrutura política do alcaide no interior lhe faz existir como referência distinta, na atualidade liderando pesquisa do Instituto ANova divulgada pelo PBAgora.
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O ENIGMA JOÃO
Líder reconhecido com aprovação de gestão expressiva acima dos 70%, o governador convive com o saldo de gestão extraordinário diante de “estigma” de pré candidato ao Senado alimentando a aura de conviver com possível “futura traição” pelos maus tratos a prefeitos por parte de aliados assessores.
MAU EXEMPLO
Nos bastidores, perdura a tese política do que aconteceu na relação entre Dilma e Lula. Enquanto a sisuda presidenta até aprovava projetos para prefeitos, mas sua sisudez deixava essa gente eleitora não satisfeita, diferente de Lula que até não atendia pleitos, mas o gesto cativante sempre marcou época, sobretudo agora.
Eis até a comparação chegou.
OS NÚMEROS ATUAIS
Conforme a pesquisa ANova, no PBAgora, levando em conta o cenário estimulado, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, Cícero aparece com 32,0% das intenções de voto, abrindo vantagem significativa sobre o segundo colocado, o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), que registra 20,6%. Em terceiro lugar surge o senador Efraim Filho (União Brasil), com 12,6%.
SÍNTESE
A estrutura do governo alinhada a Lucas deve pesar até o futuro, da mesma forma os efeitos dos Escândalos nacionais em Brasília – como o Banco Master e outros graves problemas – devem repercutir na eleição da Paraíba em 2026. Tudo isso além do fôlego de Cícero.
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“O olho que existe / é o que vê”