O volume de serviços na Paraíba teve um crescimento de 2,9% em novembro de 2025, quando comparado com o mês anterior – sendo esta a maior alta entre todos os estados do país. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (13).
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A variação paraibana também ficou acima da média nacional, que teve um resultado negativo de -0,1%. Logo atrás da Paraíba, os estados do Pará (2,6%) e de Pernambuco (1,3%) apresentaram as maiores altas; enquanto o Acre (-4,2%), o Distrito Federal (-3,4%) e o Amapá (-3,3%) ficaram com os maiores recuos.
O resultado representa a terceira alta consecutiva do volume de serviços do estado, após os aumentos de 5,8% e de 0,5% observados em setembro e outubro, respectivamente. Esses três resultados positivos revertem a queda registrada em agosto (-5,5%) deste ano.
No acumulado de 12 meses, frente aos 12 meses imediatamente anteriores, a variação do volume de serviços da Paraíba foi igualmente positiva (5,7%) e superior à média brasileira, que foi de 2,7%. No ranking das unidades da federação, a Paraíba ficou com o segundo melhor resultado, abaixo apenas do apresentado pelo setor do Distrito Federal (7,9%).
No comparativo com novembro de 2024 (mesmo mês do ano anterior), houve crescimento de 9% no volume de serviços da Paraíba. Essa alta, além de ter sido mais que o triplo da média nacional (2,5%), foi a maior do Nordeste e a terceira mais acentuada do Brasil, superada apenas pelas registradas nos estados de Rondônia (9,6%) e do Pará (10,9%).
No acumulado no ano até novembro, relativamente ao mesmo período de 2024, o volume de serviços daParaíba teve alta de 5,8%. Esse resultado foi melhor que o observado na média nacional (2,7%), sendo ainda o segundo maior do país, inferior somente ao verificado no Distrito Federal (7,6%).lider
Por sua vez, em novembro de 2025, a receita nominal do setor paraibano de serviços apresentou as seguintes variações: 3,5% frente a outubro de 2025; 12,5% face a novembro de 2024; 10,2% no acumulado de 2025 até novembro, em relação ao mesmo período de 2024; e 10% no acumulado em 12 meses, relativamente ao mesmo período do ano anterior.