Jô Oliveira vê chegada de Gervásio ao PCdoB como reforço à base de Lula em união a João Azevêdo e projeta candidatura à ALPB 

A vereadora de Campina Grande Jô Oliveira (PCdoB) avaliou como estratégica a filiação do deputado federal Gervásio Maia ao partido, destacando o impacto da movimentação para o fortalecimento da federação e da base de apoio ao presidente Lula no Congresso. A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Walter Santos, do Portal WSCOM.

Segundo a parlamentar, o momento é de reorganização partidária e ampliação de forças visando as eleições de 2026. Ela ressaltou que a chegada de Gervásio representa um ganho político relevante.

“É um ganho, a gente tem uma figura como Gervásio Maia que na sua atuação a nível federal sempre esteve, por exemplo, ao lado do governo Lula e da classe trabalhadora nas principais pautas”, afirmou.

Jo Oliveira também destacou que a filiação amplia o peso da federação, que já conta com o deputado federal Luiz Couto. Com isso, a expectativa é fortalecer a bancada em Brasília.

“Agora a nossa federação dobra a sua meta no sentido de ter mais uma representação”, disse.

Relação com o governo estadual

Ao comentar possíveis impactos da saída de Gervásio do PSB, a vereadora minimizou qualquer sinal de ruptura com o governo estadual. Segundo ela, o PCdoB segue alinhado à gestão do governador João Azevêdo.

“Não é esse campo de afastamento ou de rompimento do PCdoB com a base de apoio ao governo de João Azevêdo”, pontuou.

Projeções para 2026 e candidatura

No campo pessoal, Jô Oliveira confirmou que deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba em 2026. A vereadora relembrou que ficou próxima da eleição no último pleito.

“Faltou pouquinho na eleição de 22, faltou um pouco mais de 700 votos para que a gente tivesse o nosso assento assegurado”, destacou.

Participação feminina na política

Ela também defendeu a ampliação da participação feminina na política, apontando a baixa representatividade das mulheres na Paraíba. Atualmente, o estado não possui deputadas federais, e apenas cinco mulheres ocupam cadeiras na Assembleia Legislativa.

“É importante que a gente se atente ao que significa a ausência dessa representação. Nós precisamos aumentar a presença das mulheres também na Assembleia Legislativa”, afirmou.

Para Jo Oliveira, a presença feminina não é apenas uma questão de representatividade, mas também de qualificação do debate público. Segundo ela, pautas como saúde, educação e assistência social ganham mais espaço quando há maior participação das mulheres na política.

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso
Acessar o conteúdo