A essa altura do campeonato não há mais tempo a perder diante da guerra deflagrada entre João Azevedo e Cícero Lucena sob efeitos danosos às relações pessoais de muitos atores em 2026 porque lá atrás, ao invés do bom senso prosperar, vingou mesmo foi o orgulho individual contra-producente.
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Léo Bezerra é um dos que tem sido afetado pela guerra inoportuna promovida diante de um outrora argumento lógico e adaptável proposto de que, melhor seria, que todo grupo somente em abril próximo escolhesse o candidato melhor avaliado nas pesquisas. Isso não vingou.
CRITÉRIO MARIZ
Enquanto vida teve, o excepciona imortal governador e senador Antônio Mariz invariavelmente e sempre só escolhia o candidato de seu grupo em Sousa através de pesquisa de opinião pública. O mais bem avaliado seria o escolhido e ponto final. Detalhe: não perdia uma.
Esse critério, no caso de agora, foi atropelado pelo “quero, mando e posso” gerando o racha que, levando em conta os números
Eleitorais existentes, se as duas bandas estivessem unidas, a eleição de 2026 seria um passeio.
AGORA É TARDE
O futuro prefeito de João Pessoa se queixa e o governador diz ser fruto da escolha de cada um, mas o fato é que cada agrupamento agora precisa avançar sob os efeitos dos escândalos de Brasil, certamente a afetar nossa disputa de 2026.
É aguardar para ver. Até o senador Efraim Filho anda listado.
FAMUP
É alta a expectativa para o único nesta quarta-feira do 3o Congresso da FAMUP em Campina Grande até sexta – feira.
Show municipalista.
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“O olho que existe/ é o que vê”