Para os amigos de sempre do Conjunto Castelo Branco, em especial Joás Antônio Ribeiro (in memorian)
Até onde a vista alcança, somos testemunha de um passado em formação lá de 1973 em diante, de uma geração ávida por conhecimento na Escola Polivalente Presidente Médici. A rigor,era um projeto piloto e experimental de educação a envolver diversos afazeres a levar jovens a construir novas profissões, além das disciplinas básicas.
Meu irmão querido, José Hilton (Dudão), sempre irrequieto, era da geração onde também por lá no Castelo Branco III fazia parte o jovem estudante natural de Lagoa de Dentro de nome Carlos Antônio Vieira Fernandes, por coincidência na atualidade presidente da Caixa Econômica Federal.
Tempos depois, fui acompanhar a ascensão de Carlos Vieira baseada em educação permanente do jovem economiário a partir do bairro da Torre, de onde ele baseou suas inúmeras conquistas relevantes até chegar ao ápice da carreira na presidência da Caixa apresentando resultados extraordinários em sua gestão.
Se reparar direito, Carlos Vieira sempre foi focado e predestinado na ascensão. Passou um tempo e logo ascendeu à superintendência da CEF na Paraíba levando-o por falta de espaço na Regional a se transferir para Brasília, onde ousou e conquistou vôos extraordinários.
EDUCAÇÃO CONTINUADA
Para ascender aos inúmeros cargos, Carlos Vieira nunca esqueceu da recomendação materna permanente de ter a Educação como base nuclear de vida. Não é à toa que ele já fez pós graduação na Sorbonne (França), onde faz Doutoramento, e ultimamente enveredou pela Literatura produzindo livros de qualidade reconhecida.
É este cidadão recentemente premiado na Bolsa de Nova York pelos resultados da CEF que se fará presente neste sábado num encontro dos ex-estudantes da Escola Polivalente provando que é possível ser famoso e importante sem perder a humildade de Ser.
Carlos e Dudão são duas referências vitoriosas no meu olhar de filho de Dona Maria Júlia (imbatível) e Antônio Cândido
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“O nome / a obra imortaliza”