Jhony atribui rompimento a João, reclama de exonerações no governo e libera vice de Cícero da família Cunha Lima: “Confio no projeto”

jhony bezerra

O ex-secretário de Estado da Saúde e ex-candidato a prefeito de Campina Grande, Jhony Bezerra, afirmou que o rompimento político com o governador João Azevêdo partiu do próprio chefe do Executivo estadual. Em entrevista à Rádio CBN João Pessoa, nesta segunda-feira (9), ele declarou que a relação se desfez depois da exoneração de pessoas ligadas ao seu grupo político dentro da estrutura do governo.

“Para mim isso é um rompimento. Eu dei uma entrevista dizendo que continuava votando com ele e que ainda estava na base do governo, mesmo estando em outro partido. No outro dia pessoas ligadas a mim foram exoneradas. Quem rompeu comigo foi o governador”, afirmou Jhony.

Jhony também reclamou do fato de não ter retornado ao comando da Secretaria de Estado da Saúde depois da eleição municipal de 2024, em Campina Grande. Segundo ele, havia a expectativa de retomada da função, mas isso não aconteceu.  O ex-secretário citou ainda mudanças em cargos de sua área de influência, a exemplo de postos no Hospital de Trauma e no Hospital de Clínicas de Campina Grande.

“O cargo cabe ao governador, isso é natural. Mas o trabalho que fiz não foi levado em consideração. Quando tomei a decisão de ir para o Avante, que naquele momento caminhava para a base do governo, o governador não gostou e pediu o cargo da PB Saúde. Eu disse que continuaria votando nele, mas no dia seguinte meus aliados começaram a ser exonerados. Isso é rompimento. Quem rompeu comigo foi o governador”, declarou.

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Ele também relatou que Cícero foi o primeiro agente político a procurá-lo após à eleição em Campina Grande.

“Quando eu não voltei para a Secretaria de Saúde, Cícero foi a primeira pessoa a me dar a mão, me convidando para contribuir com a saúde de João Pessoa. A política é feita de gestos. Depois que comecei a sofrer perseguições, mesmo ainda estando na base, percebi que não era valorizado e tive que ter coragem de sair”, concluiu.

Ao tratar da formação da chapa de Cícero para 2026, Jhony afirmou que não fará objeção caso o vice escolhido pertença à família Cunha Lima. “Não seria eu que faria qualquer tipo de veto. Cabe ao candidato escolher quem será o vice. Se Cícero escolher qualquer nome, eu concordo porque confio no projeto para a Paraíba”, declarou.

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