A conjuntura internacional de conflitos armados e/ou não remete a sociedade global a conviver com a difícil realidade da ONU, criada com fins de negociação pós Segunda Guerra, mas que ultimamente tem sido desmoralizada pela política americana de implodi-la. No caso brasileiro, a atuação do mega marqueteiro americano Bennon já começa a se sentir em solo brasileiro.
É o que se pode deduzir diante do fracasso nas negociações para impedir a deflagração neste sábado de nova guerra entre EUA/Israel contra o Irã, já prevista com as medidas anteriores de preparação das tropas americanas em Açores/Portugal.
OUTROS CONFLITOS
O mundo anda em expansão de guerras sem intermediação positiva da ONU muito além da Ucrânia x Rússia e mais recentemente o Paquistão contra o Afeganistão sem contar a interferência americana na Venezuela e Cuba a implodir a economia desses países.
No caso do conflito do Irã é mais um espetáculo de imposição americana/israelense contra o enriquecimento de urânio iraniano mas o foco é mesmo a derrubada do atual regime no País a impor a determinação de Israel de implodir a expansão da força de Irã mantendo grupos inimigos no Oriente Médio aos israelenses.
E tudo isso acontecendo quando havia avanços nas negociações sobre armas nucleares no Irã.
Como sempre, a indústria armamentista é quem mais lucra.
NO BRASIL
As pesquisas de opinião pública indicam que as estratégias da Oposição mudando pautas e interesses localizados no debate nacional – como o caso Lulinha se sobrepondo a Vacaro e os graves problemas da Faria Lima – já denotam efeitos sob inspiração de Bennon.
Eis outro nível de guerra a envolver o país chamado Brasil.
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“O olho que existe/ é o que vê”