Por Walter Santos
O presidente do Conselho Regional de Medicina, médico Bruno Leandro de Souza, voltou a declarar que tanto o CRM/PB quanto o Conselho Federal de Medicina após rigorosa sindicância sobre caso de 2024 envolvendo denúncia de interesse contra Conselheiro envolvendo a UNIMED, atestou que inexiste procedência de reclamação contra auditor / conselheiro regional, portanto, decidiu arquivar o processo.
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Ele atribui a manutenção do assunto sendo explorado na mídia como reflexo do poder de influência do setor de OTM – Órteses, Próteses e Materiais especializados – insistindo em caso já transitado e julgado exemplarmente.
Ele explicou que a sindicância foi conduzida por médicos sem qualquer vínculo com empresas de saúde atestando a conduta ilibada do auditor / conselheiro do CRM/PB.
Como houve recurso ao CFM, em abril de 2025 o Conselho Federal esteve em João Pessoa e atestou lisura no processo em tela.
“Inexiste qualquer tipo de problema. pois o processo foi devidamente instruído atestando, como dito, a lisura do auditor”, concluiu.
Em tempo
O atual presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) tem atuado em pautas como a valorização da medicina, o fortalecimento da ética profissional, e a preocupação com a qualidade da formação médica e a necessidade de exames de proficiência.
Entenda
O caso ganhou repercussão nacional após o colunista Lauro Jardim, do Jornal O Globo, revelar acusações de que a cúpula do CRM/PB estaria comprometida por interesses de planos de saúde. Segundo a denúncia da ANDESS, o presidente Bruno Leandro de Souza e os vice-presidentes Walter Fernandes e Débora Cavalcanti seriam responsáveis por uma estrutura que falha propositalmente na fiscalização de médicos ligados ao sistema Unimed.