No mundo do futebol brasileiro em que se projeta a ascensão especialmente do futebol feminino, projetando até a Copa do Mundo em 2027 no Brasil, surge uma personagem no contexto de relevância nacional e internacional oriunda de uma pequena federação estadual da Paraíba. Esta nova líder chama – se Michele Ramalho atraindo muitas histórias e estórias de arrepiar.
Há mais de ano, a reportagem da Revista NORDESTE tenta dialogar com essa líder, mas ela insiste em recusar a falar de sua ascensão a partir da ex-presidenta da FPF, Rosilene Gomes, que a fez líder, mas ela rompeu imediatamente.
O fato é que tem muitas histórias com H a provar sua ascensão Meteorita no universo masculino de dirigentes, alguns corruptos, mas que a revista vai revelar no decorrer dos tempos de agora em diante.
Quem é Michelle Ramalho, que vai ser eleita a primeira vice-presidente mulher da CBF?
Dirigente é a única presidente mulher de federação no país no momento, e a segunda da história, vai ser também a primeira mulher vice-presidente da CBF.
Diz a redação do GE que pela primeira vez na história da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), uma mulher caminha para ser eleita vice-presidente da entidade.
No domingo, a chapa única encabeçada por Samir Xaud vai ser conduzida ao poder da entidade para um mandato de quatro anos.
A chapa é composta ainda por Michelle Ramalho, como vice-presidente, que é a atual mandatária da Federação Paraibana de Futebol. Mas quem é Michelle Ramalho?
Paraibana de Campina Grande, Michelle Ramalho Cardoso tem 47 anos e está na presidência da Federação Paraibana de Futebol (FPF) desde 2018, quando venceu um pleito acirrado contra o ex-diretor executivo da entidade, Eduardo Araújo.
Naquelas eleições, Michelle contou com o apoio de Rosilene Gomes, histórica dirigente da FPF, que comandou a instituição de 1989 a 2014.
Com apoio de Rosilene e de figuras importantes do meio futebolístico nacional, como o então presidente da CBF, Marco Polo del Nero, Michelle Ramalho venceu as eleições em uma segunda votação, após a primeira terminar empatada. No segundo pleito, a advogada venceu Eduardo Araújo e se tornou a segunda presidente mulher de federação na história do futebol brasileiro.
Em 2022 foi reeleita em um pleito com chapa única. Em 2025, articulou e aprovou uma mudança estatutária permitindo reeleições ilimitadas na Federação Paraibana.
O INÍCIO
O começo de Michelle, que é formada em Direito e em Administração de Empresas, no meio do futebol, no entanto, foi na sua área, como advogada, defendendo clubes, especialmente o Treze, no Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba e no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), ao lado do seu primo, George Ramalho, que foi diretor jurídico do clube de Campina Grande e atualmente é auditor do STJD.
Em 2017, ela virou auditora do STJD, onde começou a ter uma vida mais ativa no centro da política do mundo da bola, no Rio de Janeiro. Foi de lá, em grande medida, a articulação para ela ser candidata e vencer a eleição que lhe colocou como presidente da Federação Paraibana em 2018.