‘Eu avisei?’: Tibério comenta rompimento de Hervázio e postura de Léo Bezerra e diz que PSB deve “encarar essas pessoas como página virada”

O secretário e dirigente socialista Tibério Limeira adotou um tom incisivo ao comentar, nesta segunda-feira (19), ao Portal WSCOM, as recentes movimentações políticas que mexem na base governista, afirmando que o afastamento de figuras como o deputado Hervázio Bezerra e a mudança no comando municipal do PSB eram desfechos previsíveis. “Eu não gosto de ser a pessoa que disse: ‘Eu avisei'”, disse Tibério, que ressaltou que suas posições sempre foram públicas e que não se sustenta fazer política com “um pé em cada canoa”.

Para ele, o recuo dessas lideranças no apoio ao governador João Azevêdo apenas consolida um rompimento que já estava anunciado, uma vez que, em sua visão, a militância e os dirigentes precisam ter uma definição de lado, sem esperar pela ocupação de novos cargos para se posicionar.

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A análise de Tibério atinge  a antiga condução do PSB em João Pessoa, presidido até então pelo vice-prefeito Léo Bezerra. Segundo o secretário, o antigo presidente não reunia as condições necessárias para liderar a militância justamente por não estar comprometido com o que ele chamou de “projeto completo” do partido. Limeira explicou que o PSB tem um caminho único e bem definido para 2026, focado nas candidaturas de João Azevêdo, Lucas Ribeiro e Nabor Wanderley.

Agora sob a presidência de Ronaldo Barbosa, o PSB deve encarar Herváio e Leo como ‘página virada’,  disse Tibério, destacando que cada um fez sua escolha e deverá arcar com as consequências, enquanto o partido foca em um debate focado na continuidade da gestão atual. Ele elogiou a experiência de Barbosa para unificar os segmentos partidários e preparar o terreno para o que classifica como uma “revolução” liderada pelo governador João Azevêdo.

“O antigo presidente não reunia essas condições dado que ele não estava com o projeto completo do PSB”, disse.

Limeira falou ainda que o grupo governista trabalhará para não entregar a Paraíba a uma “chance de retrocesso muito grande”, traçando um paralelo direto com o que, segundo ele, tem sido observado na administração de João Pessoa conduzida por Cícero Lucena.

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