Paraíba cresce acima da média do país e tem uma das maiores altas do setor de serviços no Nordeste, diz IBGE

Movimentação no setor de serviços da Paraíba em março de 2026, segundo dados do IBGE
(Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

O setor de serviços da Paraíba voltou a crescer em março de 2026 e registrou desempenho acima da média nacional, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (15).

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Na comparação com fevereiro, o volume de serviços no estado avançou 1,3%, revertendo a leve queda de 0,3% registrada no mês anterior. O resultado da Paraíba contrasta com o cenário nacional, que apresentou retração de 1,2% no mesmo período.

Paraíba teve a oitava maior alta do país em março

Entre as unidades da federação, a Paraíba teve a oitava maior alta do país em março. No Nordeste, o estado ficou atrás apenas de Alagoas, que cresceu 2,5%, e do Rio Grande do Norte, com avanço de 2,1%.

Setor acumula crescimento acima da média brasileira

O levantamento também aponta que o setor paraibano acumula crescimento de 5% nos últimos 12 meses, percentual superior à média brasileira, de 2,8%.

O desempenho colocou a Paraíba na quinta posição nacional e na liderança entre os estados nordestinos nesse indicador.

No acumulado do ano, o avanço do setor chegou a 2,4% em relação ao mesmo período de 2025, também acima da média nacional, que ficou em 2,3%.

Entre os estados do Nordeste, a Paraíba aparece na terceira colocação, atrás apenas do Rio Grande do Norte e do Piauí, ambos com 3,2%.

Receita nominal também apresentou avanço

Já na comparação entre março deste ano e março de 2025, o volume de serviços cresceu 3,4% no estado. O índice superou novamente a média brasileira, de 3%, e colocou a Paraíba como a quarta melhor taxa do Nordeste.

A pesquisa do IBGE também mostrou avanço da receita nominal do setor de serviços paraibano. Em março, a receita teve alta de 0,7% frente a fevereiro, crescimento de 11,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, além de avanço de 8,6% no acumulado de 2026 e de 9,6% no recorte dos últimos 12 meses.

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