Até quando a intransigência vai se manter na greve universitária sem condições de se chegar a um acordo?

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O fato é que a greve dos professores e técnicos-administrativos das instituições federais de Ensino se apresenta com a decisão de manutenção do movimento paredista em plano nacional.

A rigor, se faz pertinente admitir o processo de defasagem salarial, por exemplo, acumulada ao longo dos últimos anos mas já com aceno concreto ano passado, 2023, de reajuste de 9% percentual que sinaliza como fato a ser levado em conta como indicativo.

Aliás, é preciso ainda levar em conta a conduta amena e temida das lideranças universitárias pois passaram os 2 anos de governo Temer e os 4 de Bolsonaro sem nenhuma atitude concreta de manutenção das lutas e reivindicações.

O fato é que agora diante de um governo progressista e comprometido de fato com a Educação resolveram exigir reparação total como se a gestão pudesse reduzir defasagens históricas de uma lapada só. Isto não é possível assim.

Trocando em miúdos, governo e lideranças dos segmentos precisam chegar a um acordo bem resolvido se possível na próxima segunda-feira como se espera de nova rodada de negociações.

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“Tô vendo tudo/ tô vendo tudo/ mas bico calado/ faz de conta que mudo”

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