Em plena semana de show histórico de Zé Ramalho no Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções, eis que as Secretaria de Cultura do Estado e de João Pessoa, convivem com grande débito histórico diante da performance fantástica de Jarbas Mariz, um dos mais importantes artistas de todo o tempo, infelizmente ignorado pela cultura oficial.
Só para entender: Recife e sua cultura secular fizeram uma homenagem singular, fantástica à participação do fantástico Jarbas Mariz por sua participação no álbum PAÊBIRU, no selo Rosemblitz, no final dos anos 70 reunindo o genial Lula Côrtes, Zé Ramalho e Jarbas.
No show desta semana, Jarbas Mariz foi a mais importante estrela no espetáculo, que a Secult e Funjope insistem em ignorar fugindo não saber o destrato coma história do importante paraibano conhecido no Japão até.
Seja como for, Pedro Santos e Marcus Alves precisam adotar mais sensibilidade e trazer Jarbas Mariz pela história e relevância na música brasileira. Chegou a hora.
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“Cada um dá o que tem”