O novo(?) tom

A indispensável disputa pelo Poder nas diversas cidades do Estado- motor da democracia para a construção do pretendido futuro – revela desta feita o embate entre projetos antagônicos adicionados de um novo(?) elemento: o ódio. Antes de conceitos, indaga-se: ele constrói?

Faz tempo, em nosso solo tabajara, o calor da política é movido pelo tom desse sentimento odiento, de vindita, que, pelos valores a exalar, transformam instrumento democrático em ambiente de vida ou morte em grau improdutivo.

Não que aqui defenda o purismo inexistente sobre valores humanos, até porque este espaço destina-se a análises e informações conjunturais, mas é que a cada momento vivido é impossível ignorar o ódio latente.

Para onde se vire ou se encare no processo eleitoral vigente impressiona como a força dos bastidores se baseia em identificar quem é inimigo para merecer afago ou cacete, de acordo com a revelação.

Deixando a abordagem superficial, busquemos na prática entender o significado da atual análise. O caso do PT vs Ricardo Coutinho (vice-versa) é um bom exemplo.

Por incrivel que pareça, mesmo levando em conta as origens e história de todos os personagens, o ódio entre pessoas e segmentos das partes é tamanho que o futuro político de segundo turno invariavelmente terá como molho a intensidade desse sentimento. Falta vingar a razão.

Para se ter uma idéia é impossível (assim mesmo) haver o voto de Avenzoar em Ricardo, ou vice-versa. O ódio mútuo é maior do que a razão de juntá-los pela semelhança de passado e raiz. Nesse caso, e assim, Ruy agradece.

É evidente que numa proporção mais extensa, o mesmo se dá na relação pessoal-política do governador Cássio Cunha Lima com o senador José Maranhão, onde o debate extrapola a divergência de projetos e olhares de mundo porque o ódio é nutrido como combustível atual.

Se é assim, encaremos o bicho revivendo 1930, sem avanços como poderiam existir mantendo diferenças e não-ódio mortal.

PF pode agir em mais cidades

Ainda não está decidido, visto que ainda falta acontecer reunião entre as cúpulas do Tribunal Regional Eleitoral e a Polícia Federal, mas é muito provável que haja uma ação ampliada da PF em vários municipios do Estado.

Tudo por conta dos ânimos registrados em algumas cidades.

Projeto Canhoto

Mais do que ganhar remuneração vitalícia, o renomado violonista Canhoto da Paraíba vai virar nome de Lei.

Informações especiais levantadas pelo periscópio da WSCOM indicam que o projeto-de-lei já está elaborado e deve atingir todos os mestres da arte popular paraibana, hoje enfrentando dificuldades para sobrevivência.

Reação na base

Não param as reuniões dos coordenadores setoriais de campanha de Ruy Carneiro com vistas a deflagrar nova investida na reta final de campanha.

Esta é a ordem, quer nos encontros promovidos por Cícero ou Lauremilia.

Tudo isso para buscar reverter o “balde de água fria” advindo da pesquisa do Ibope.

PT busca superar turbulência

Depois da reunião do Conselho Político realizada, anteontem, para reaquecer a campanha de Avenzoar Arruda, o foco da coordenação agora é superar os desfalques, como os de Lúcia Braga e Gianina.

Militantes e candidatos buscam as ruas neste domingo presumido de sol e calor humano.

Maranhão monitora

O QG do senador José Maranhão, isto é sua residência no Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa, se mantém como ambiência de inúmeros conchavos e contatos sobre a sucessão na Paraíba.

Ele anda otimismo com os dados chegados, via telefone ou e-mail, na projeção da disputa em todo o Estado.

Contra-ponto

No mesmo diapasão, isto é, no ritmo de acompanhamento do quadro eleitoral na Paraíba, o governador Cássio não pára de acionar os diversos aliados no Interior e na Capital.

Mesmo com a abrangência da disputa, a evidência no monitoramento recai sobe as grandes cidades do Estado, de cujos resultados serão balizados e projetados o futuro da eleição para o Governo.

Marcondes Gadelha: o próximo?

A campanha de Ricardo Coutinho está perto de ganhar novo reforço. Trata-se do deputado federal Marcondes Gadelha, cujos entendimentos passam pela cidade de Sousa.

Expliquemos: como Maranhão e eleitor privilegiado e de força na campanha de RC, Marcondes quer que, em Sousa, o parlamentar vote em Salomão.

Tal qual aconteceu com Lúcia Braga obtendo o apoio de Maranhão para a campanha de Dr. Júnior.

Umas & Outras

…Uma fonte privilegiada informou à Coluna que tem gente exorbitando na busca de reforço financeiro a esta altura da campanha.

…Uma interlocutora procurou um empresário pedindo R$ 500 mil quando o dito cujo imaginou contribuir com R$ 5 mil.

…Nada aconteceu, portanto.

…Começou a contagem regressiva para o Fenart.

…Quinta-feira, 16, completam 9 anos da morte do governador Antonio Mariz – politico de grandeza imensurável, mas esquecido se comparada a sua importância. Haverá Missa dia 15 em João Pessoa e dia 16 em Sousa.

Última

” Rei morto / Rei posto…”

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