É uma questão apenas de tempo: a adesão do senador Efraim Filho a Bolsonaro tem a ver com acordo dele, do União Brasil, para apoiar Ciro Nogueira a vice-presidente na futura chapa a presidente tirando definitivamente o PP do comando de Aguinaldo, Daniela e Lucas Ribeiro.
Este é o acordo construido e tocado na atualidade visando excluir os Ribeiro da federação PP-União Brasil e PL. Aliás, este último caso do PL é o elemento novo no processo para enfraquecer Aguinaldo e cia.
Efraim ainda está mantendo entendimentos para apoiar veneziano Vital no Senado, mesmo com este se mantendo aliado e leitor de Lula para presidente.
No âmbito estadual dos cargos federais, embora ele tenha dito que está disponibilizando os cargos federais, espera manter o que for possível pela condição de presidente da Comissão de Orçamento e achar que parte de seus aliados possam ter acesso e apoio de outros parlamentares federais da Paraíba para se manterem nos cargos.
Por fim, o ministro Fred Siqueira está na quota do presidente do Senado, Alcolumbre, que se manterá em apoio a Lula até o fim.
Eis o resumo.
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“Haja guerra, haja guerra, haja o que há”
Efraim Filho e Marcelo Queiroga
Efraim Filho e Marcelo Queiroga