Celebridades

Thaila Ayala fala que sente impacto de abortos sofridos anteriormente na gestação atual

Atriz comparada momento difícil quando sofreu abortos nas gestações anteriores e a felicidade da gravidez atual


10/10/2021

UOL

Thaila Ayala se abriu neste fim de semana em conversa com os seus seguidores no Instagram. A atriz, que está grávida de 6 meses e meio de Renato Góes, falou sobre os dois abortos que sofreu antes da atual gestação. Uma das gravidezes foi ectópica, quando o embrião se forma fora do útero.

“Descobri que estava grávida com duas semanas e perdi com dois meses e pouco. Entrei em cirurgia sabendo que talvez eu tivesse que arrancar as duas trompas. Foi bem assustador. Durante a cirurgia ela fez um teste na outra trompa e tava boa e não precisei perder as duas”, contou sobre alguns momentos de tensão após perder um dos bebês.

Atualmente, ela vive uma gestação saudável e espera um menino, que se chamará Francisco. “Gravidez é a coisa mais particular que existe no planeta Terra. É uma coisa tão única de cada pessoa. Eu ainda sinto e vejo reflexos dessas duas perdas nessa gravidez. O quanto ela está sendo diferente. E tenho certeza que essas duas perdas influenciaram nisso. Assim como influenciaram no meu casamento”, contou a mamãe.

Thaila diz que o sofrimento com os abortos a aproximou ainda mais de Renato Góes e isso a ajudou a entender que tudo tem seu tempo. “Eu e o Renato já tínhamos uma relação maravilhosa, mas depois da perda do segundo neném nossa relação se transformou. Uma transformação de união inexplicável”, afirmou.

“Um filho não é um projeto, uma receita de bolo. É uma alma enviada para você com propósito. O filho que eu perdi veio com propósito dele, cumpriu o propósito e foi. É um milagre sagrado, vai além de um querer e uma vontade. Se tiver que ser vai ser no tempo de Deus. Eu entendi isso, não que seja fácil. Mas eu realmente acredito nisso.”

Ela ainda falou sobre como se sente ao ser mãe de um menino. “Nunca me imaginei mãe, mas eu sempre tive mais intimidade com as coisas de menino. Hoje não vejo dessa forma, mas como fui criada e o pensamento que existia na época. Eu competi futsal por quatro anos, andava de skate, soltava pipa, jogava bolinha de gude, só tinha primo moleque. Nunca me liguei em boneca, tive Barbie.”

“Hoje que sou uma mulher formada que sei que essas coisas não são de menino e que isso não existe, é uma coisa horrível da nossa sociedade bizarra e patriarcal eu até queria mais menina do que menino e ela faria todas essas coisas e muito mais e o que ela quisesse fazer e ser.”



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